Copa de Futsal 2016 – livre – Grupo B
Resultados dos jogos do Grupo B – Livre Rodada do dia 15/06/2016
PELOTAS – EMBRAPA 1 X 1 COCA COLA
JOSAPAR – PARBO 1 X 0 NELSON WENDT
BONSUL 1 X 1 OBELISCO
Trabalhadores da Cosulati, paralisam suas atividades por atraso de salários
A falta de transparência, os constantes atrasos salariais e o não pagamento do salário de maio, levaram os trabalhadores da Cosulati do Capão do Leão a paralisarem suas atividades desde a madrugada de hoje. Neste momento, os trabalhadores e o Sindicato da Alimentação de Pelotas realizam uma assembleia para deliberar os rumos do movimento.
Dissídio dos Frigoríficos é assinado
Dissídio dos Frigoríficos é assinado
Jornal Nossa Luta 2016
A Edição do mês de Maio do Jornal nossa Luta está disponível. 
Clique na imagem e baixe para estar atualizado com as noticias da categoria.
Dissídio Arroz 2016
8% em março;
Mais 3,08% em maio
Pisos a partir de maio:
Serviços Gerais: R$ 1.215,00
Profissionais: R$ 1.361,00
Auxílio Escolar: R$ 475,00
Assembleia do arroz vota acordo salarial do setor
O Sindicato da Alimentação convoca a categoria do setor do arroz para assembleia de votação do dissídio na próxima sexta-feira, 13 de maio, às 19h,na sede do Sindicato. A proposta a ser votada é a seguinte:

8% em março;
Mais 3,08%
Pisos a partir de maio:
Serviços Gerais: R$ 1.215,00
Profissionais: R$ 1.361,00
Auxílio Escolar: R$ 475,00
Seminário aponta adoecimento no setor das indústrias da alimentação de Pelotas e região
O relatório da pesquisa DIGA – Diagnóstico sobre Condições de Trabalho nos Engenhos de Arroz – elaborado em parceria pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Alimentação (CNTA), Sindicatos e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) sobre as condições de trabalho dos trabalhadores nas arrozeiras foi apresentado em seminário nesta quinta-feira,14 de abril, na sede do ?Sindicato? da Alimentação, em Pelotas. A investigação ocorreu nas indústrias das regiões de Pelotas, Dom Pedrito, Camaquã, Bagé, Alegrete e São Gabriel.

O evento foi organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Alimentação (CNTA), Ministério Público do Trabalho (MPT), Sindicatos dos Trabalhadores da Alimentação de Pelotas, Camaquã e Bagé e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
A abertura teve as presenças do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Alimentação (CNTA), Arthur Bueno de Camargo; Presidente do Sindicato da Alimentação de Pelotas,Lair de Mattos; Procuradora do MPT em Pelotas, Rúbia Vanessa Canabarro; Procurador do Trabalho e coordenador estadual do Projeto de Adequação das Condições de Trabalho nos Frigoríficos, Ricardo Garcia; Auditor Fiscal do Trabalho na Ministério do Trabalho e Emprego, Mauro Müller, Presidente do Sindicato de Camaquã e Região, Luis Carlos Cardoso; Presidente do Sindicato da Alimentação de Bagé, Luis Carlos Cabral e do Sindicato da Alimentação de Pelotas e Secretário de Saúde de São Lourenço do Sul, Arilson Cardoso, Médico.
A procuradora do MPT, em Pelotas, Rúbia Vanessa Canabarro, destacou a importância da pesquisa das condições de trabalho nas indústrias do #arroz . Destacou a luta conjunta pela melhoria do ambiente de trabalho nas empresas e da colaboração do Sindicato e que, pela seriedade, é hoje ” é quase uma extensão do trabalho do MPT”.
Procurador do Trabalho e coordenador estadual do Projeto de Adequação das Condições de Trabalho nos Frigoríficos; Ricardo Garcia mostrou-se surpreso com a situação dos trabalhadores nas indústrias do ?#arroz? de Pelotas, Alegrete, São Gabriel, Dom Pedrito, Bagé e Camaquã.
PESQUISA
A partir de questionários, foi possível elaborar diagnóstico e construir um banco de dados sobre as condições concretas de trabalho e de vida dos trabalhadores.
O setor do arroz foi escolhido por apresentar o maior número de acidentes com mortes em relação aos outros segmentos da alimentação. Além disso, os funcionários das arrozeiras são os que mais procuram os Sindicatos com doenças ocupacionais como ?LER? (Lesão por Esforço Repetitivo), surdez, entre outras.
O professor, sociólogo e pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Paulo Albuquerque, apresentou um conjunto de informações da pesquisa DIGA – Diagnóstico sobre Condições de Trabalho nos Engenhos de Arroz que aponta o adoecimento dos trabalhadores da alimentação nos municípios de Pelotas, Alegrete, São Gabriel, Dom Pedrito, Bagé e Camaquã.
De acordo com o pesquisador, o trabalhador pesquisado é, em sua maioria, composto por homens (93,3% dos entrevistados), que trabalham nos turnos manhã/tarde (81,9%), com uma idade, em média, de entre 35 e 45 anos (58,3%), tendo, em sua maioria, mais de 5 anos de trabalho na empresa (52,5%), possuindo, na maior parte, uma escolaridade de ensino fundamental completo ou incompleto (54,2%) e fazendo uma média de 2 horas extras por dia (50,9%).
Ambiente de Trabalho
• Barulho 90%
• Temperaturas altas 75%
• Poeira 91%
• Produtos químicos (agrotóxicos) 46,7%
• Risco de quedas ou batidas 76,7%
• Operando equipamento perigoso (61,7%)
• Máquinas empacotadoras/caracol/elevador/empilhadeiras
• Segundo os entrevistados (34,5%) não foi feito treinamento para estas operações.
• Este trabalhador não faz rodízio de função (75% dos que afirmam usar equipamentos perigosos); a troca, quando acontece, é feita uma vez por quinzena, em média.
Em defesa da democracia!
A Central Única dos Trabalhadores e os sindicatos filiados tomaram posição contra o impeachment da presidenta Dilma Roussef, por entenderem que não existe justificativa para o processo. As chamadas “pedaladas fiscais”, que justificaram o pedido de impeachment, são recursos corriqueiramente utilizados pelos governantes, seja na esfera estadual ou federal, sem causar nenhuma repulsa por parte daqueles que hoje defendem o impeachment por esse motivo.
Interesses políticos e econômicos mobilizam os defensores do impeachment. Os políticos que perderam as últimas eleições não estão tendo paciência para aguardar 2018 e querem atropelar o processo democrático. Grandes grupos econômicos nacionais e estrangeiros apóiam e patrocinam manifestações contra o governo, com o intuito de desestabilizá-lo e implementar a sua pauta no Congresso Nacional. A FIESP – Federação da Indústrias do Estado de São Paulo, maior entidade patronal do Brasil, que foi contra a criação do salário mínimo, do 13º salário, licença maternidade e vários outros direitos trabalhistas, e apoiou o golpe militar de 64, atua fortemente pelo impeachment, o que nos dá a certeza que, pós impeachment, tentariam implementar a
Reforma Trabalhista para atacar os direitos dos trabalhadores. Vale lembrar também, que a Ponte para o Futuro, proposta de política econômica apresentada pelo PMDB, está a alteração da legislação para permitir a prevalência do acordado sobre o legislado, o que ataca frontalmente a CLT, o que muito agrada aos patrões.
O estado democrático de direito é uma conquista do povo brasileiro que está sob ameaça, pois os inimigos da democracia não se limitarão ao impeachment. Após vem o ataque às organizações sindicais e populares. Por isso, não podemos vacilar. Vamos combater o golpe e defender a democracia!
Laboratórios
Novara
Félix da Cunha, 802
Duque de Caxias, 390
Telefone: 3227-9100
Oswaldo Cruz
Voluntários, 1179
Telefone: 3227-2597
Sancti – Análises e Vacinação
Gonçalves Chaves, 454
Telefone: 3307-3312
Maurício Guimarães
XV de Novembro, 799
Telelefone: 3222-5969
Inovare
XV de Novembro 771 – Sala 302
Telefone: 3305-6264
WhatsApp: 99165-4633
Bem Me Quer Vacinas e Análises Clinicas
Andrade Neves, 3559
Telefone: 3028-7728
WhatsApp: 99183-9618
Popular Laboratório
General Osório, 817
WhatsApp: 3030-1188
OFTALMOLOGIA
Dr. Tharnier Zaguini
Voluntários da Pátria, 521
Telefone: 3307-0007