(53) 3225-3564 / (53) 99154-0637 (WhatsApp) sticapel@gmail.com

Sindicato firma convênio com Donna Saúde Centro Médico

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação de Pelotas firmou convênio com o Centro Médico Donna Saúde. O objetivo é ampliar o acesso de associados e dependentes a atendimento especializado, com valores subsidiados pelo Sindicato. O convênio reúne 20 especialidades, com consultas que variam entre R$ 90,00 e R$ 150,00, com direito a retorno. Os agendamentos devem ser feitos diretamente com o Sindicato, por telefone ou WhatsApp: (53) 3225-3564. O pagamento pode ser via Pix e outras formas aceitas pelo Sindicato. Alergista Cardiologista Clinico Geral Dermatologista Endocrinologista Gastroenterologista Ginecologia Neuropsicopedagogia Neurologista (valor de R$ 150,00) Nutricionista Nutricionista Gastrointestinal Nutrologia (valor de R$ 150,00) Oftalmologista Ortopedista Pediatria Pneumologia Psicologia Psicopedagogia Psiquiatria Traumatologista Urologista Com mais essa parceria, reforçamos nosso compromisso com a saúde e o bem-estar dos trabalhadores da...
Lula promete ficar ao lado dos trabalhadores em discussão sobre fim da escala 6×1

Lula promete ficar ao lado dos trabalhadores em discussão sobre fim da escala 6×1

O governo brasileiro vai ficar ao lado dos trabalhadores na discussão sobre a redução de jornada e o fim da escala 6×1. A promessa foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na noite desta terça-feira (3), na abertura da II Conferência Nacional do Trabalho, realizada no Centro de Convenções Anhembi, na capital paulista. “O governo não vai fazer como antigamente, pender pro lado. Porque, há 30 anos atrás, há 20 anos atrás, os empresários se utilizavam muito do peso da máquina do Estado, da força do Estado para prejudicar os trabalhadores. Desta vez não vai acontecer”, declarou Lula. O tema da da redução da jornada de trabalho, que deve ser votado na Câmara dos Deputados ainda no primeiro semestre de 2026, foi central na abertura do evento. “Isso vai ser discutido no Senado, isso vai ser discutido na Câmara. Tanto será melhor para nós se o que sair for resultado de um acordo entre os empresários, os trabalhadores e o Governo”, declarou o presidente. Lula destacou que, aprovada a proposta, os ajustes para cada categoria deverão ser debatidos posteriormente, com apoio dos sindicatos. “Nós queremos contribuir para que, de forma bem pensada, bem harmonizada, a gente possa encontrar uma solução. Para muitas categorias, tem jornada diferenciada e nós precisamos encontrar o que é bom para cada um”, afirmou Lula. Na mesma linha, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou que “sem diálogo, nós teremos muitas dificuldades”. “Evidente que a redução de jornada de trabalho gera impacto nos custos das empresas, mas seguramente pode melhorar de forma determinante o ambiente de trabalho, as condições de vida das pessoas”,...
Argentina aprova reforma de Milei com jornada de até 12 horas e restrições ao direito de greve

Argentina aprova reforma de Milei com jornada de até 12 horas e restrições ao direito de greve

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, na madrugada de sexta-feira (20), a reforma trabalhista proposta pelo governo de Javier Milei. Em meio a protestos nas ruas e uma greve geral convocada pela principal central sindical do país, a proposta avança com mudanças profundas nas regras de trabalho e agora retorna ao Senado, porque sofreu alterações no texto. Entre os pontos mais criticados está a possibilidade de ampliação da jornada diária de trabalho de 8 para 12 horas, além da criação de banco de horas com compensação de horas extras — o que pode significar, na prática, trabalho prolongado sem pagamento adicional imediato. A proposta também impõe limites ao direito de greve e restringe a realização de assembleias de trabalhadores durante o expediente. Para o movimento sindical argentino, a reforma representa um grave retrocesso. A Confederação Geral do Trabalho (CGT), principal central do país, realizou uma paralisação nacional de 24 horas contra o projeto e afirmou ter alcançado 90% de adesão. Dirigentes sindicais denunciam perda de direitos individuais e coletivos e uma transferência de recursos dos trabalhadores para o setor patronal. Direito de greve sob ataque Um dos trechos mais preocupantes da reforma é a limitação do direito de greve. O texto prevê que assembleias de trabalhadores, em horário de trabalho, só poderão ocorrer com autorização prévia dos empregadores. Além disso, amplia o número de atividades classificadas como “essenciais” ou “transcendentais”, restringindo o alcance das paralisações. Nesses casos, parte significativa da força de trabalho deverá seguir em atividade, o que reduz o poder de pressão dos trabalhadores e enfraquece a negociação coletiva. Entre as atividades incluídas como “transcendentais” estão...
Desemprego atinge mínima histórica em 2025 em 19 estados e no DF, aponta IBGE

Desemprego atinge mínima histórica em 2025 em 19 estados e no DF, aponta IBGE

Dezenove estados e o Distrito Federal encerraram 2025 com a menor taxa de desemprego da série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (20) pelo IBGE. No Brasil, a taxa anual de desocupação foi de 5,6%, a menor já registrada. A pesquisa considera pessoas com 14 anos ou mais e contabiliza diferentes formas de ocupação, com ou sem carteira assinada, temporários e por conta própria. Ranking: menores taxas Entre os menores índices de desemprego em 2025, se destacam: Mato Grosso (2,2%) e Santa Catarina (2,3%). No Rio Grande do Sul, a taxa ficou em 4%. Informalidade e proteção social O levantamento também evidencia desigualdades no mercado de trabalho, especialmente no nível de informalidade, que afeta diretamente a garantia de direitos. Trabalho informal significa, na prática, mais insegurança e menos proteção — como acesso regular à Previdência e direitos trabalhistas. Orientação: se você está trabalhando sem registro, com direitos descumpridos ou em situação irregular, procure o Sindicato para orientação. Fonte: IBGE/Pnad...
Argentina tem nova greve contra reforma trabalhista de Milei, com paralisação nos transportes nesta quinta (19)

Argentina tem nova greve contra reforma trabalhista de Milei, com paralisação nos transportes nesta quinta (19)

Greves e mobilizações têm marcado a rotina política e social da Argentina desde a posse do presidente Javier Milei, em dezembro de 2023. Para esta quinta-feira (19), centrais sindicais e organizações populares convocaram uma nova paralisação nacional, com foco na interrupção do transporte público, em protesto contra a reforma trabalhista proposta pelo governo. A greve foi chamada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), maior central sindical argentina. Ônibus, metrôs e trens de diferentes cidades anunciaram adesão ao movimento, com expectativa de maior impacto em Buenos Aires, onde a circulação diária depende fortemente desses sistemas. Segundo o Brasil de Fato, a escolha da data também responde à pressão do governo para aprovar a reforma “o mais rápido possível”. O texto, já aprovado no Senado, pode ser discutido e votado nesta quinta na Câmara dos Deputados. “Não é só retirar direitos: é limitar a luta” Entre os principais pontos criticados pelos sindicatos está a restrição ao direito de greve. Para o secretário-geral do sindicato ferroviário La Fraternidad, Omar Maturano, o projeto não apenas reduz garantias trabalhistas, como também impõe barreiras à organização coletiva. Em entrevista ao Brasil de Fato, Maturano afirma que a proposta prevê mudanças graves, como alterações em indenizações, cobertura de saúde e formas de remuneração. Ele também aponta que o texto limita assembleias nos locais de trabalho e restringe o direito ao protesto, o que, na avaliação do sindicalista, representa um cerceamento à liberdade de expressão. Estratégia pode escalar: de 24h a greve por tempo indeterminado Esta é a quarta paralisação organizada pela CGT desde o início do governo Milei. Ainda assim, Maturano reconhece limites do protesto focado...